Em comunicado, o Copom sinalizou que o próximo passo dependerá da evolução do cenário inflacionário e das expectativas do mercado para os próximos meses. A inflação acumulada nos últimos doze meses ficou em 4,2%, acima do centro da meta de 3%.
Economistas consultados pelo Pipo News avaliam que a manutenção da Selic era a decisão mais prudente diante da incerteza fiscal e da pressão cambial observada nas últimas semanas.
O mercado imobiliário e o setor de crédito ao consumidor pressionam por cortes mais rápidos, argumentando que juros elevados freiam o crescimento e encarecem o crédito para famílias e empresas.
A próxima reunião do Copom está programada para daqui a seis semanas. Analistas dividem-se entre a expectativa de nova manutenção e um corte de 0,25 ponto percentual.