O sistema foi desenvolvido em parceria com universidades federais e uma startup brasileira de healthtech. Os algoritmos foram treinados com mais de dois milhões de imagens médicas anonimizadas, com validação clínica realizada por radiologistas experientes.

Em testes realizados em três hospitais universitários, a IA demonstrou precisão de 94% na identificação de pneumonias bacterianas, superando a taxa média de acerto de médicos em formação e sendo comparável à performance de especialistas.

Entidades médicas têm posições divergentes. O Conselho Federal de Medicina apoia o uso como ferramenta de apoio, desde que a decisão final permaneça com o médico. Algumas associações de radiologistas pedem maior debate antes da implementação ampla.

A primeira fase do projeto atenderá hospitais de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Bahia e Rio Grande do Sul. A expansão para todo o sistema público está prevista para os próximos três anos, caso os resultados confirmem as expectativas.